AÇÕES

NUVEM NAS UNIVERSIDADES

As universidades são espaços de produção de conhecimento, ensino e pesquisa. Acreditamos que esse é um lugar de negociação e disputa de narrativas. No NUVEM NAS UNIVERSIDADES integrantes do Coletivo Nuvem Negra além de auxiliar estudantes em trabalhos sobre a temática racial, vão às salas, promovem palestras, mesas redondas, minicursos e ações que visam descolonizar o conhecimento.

NUVEM NAS ESCOLAS

No NUVEM NAS ESCOLAS Integrantes do Coletivo Nuvem Negra visitam escolas públicas e particulares do Estado do Rio de Janeiro para compartilhar com estudantes e professores histórias, cultura, ancestralidade e saberes negros. A programação conta com cine-debate, contação de histórias africanas e afro-brasileiras, teatro, palestra, oficina, roda de conversa e outras atividades. Os assuntos discutidos deveriam estar presentes em sala de aula não apenas no mês da Consciência Negra, mas o ano inteiro de acordo com as Leis 10.639/03 e 11.645/08 de ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas brasileiras.

JORNAL NUVEM NEGRA

O JORNAL NUVEM NEGRA surge da necessidade de visibilizar a produção intelectual, reflexões, epistemologia e saberes negros. O Jornal foi lançado no dia 14 de setembro de 2015, no mesmo dia do primeiro jornal da imprensa negra no Brasil chamado O Homem de Cor (1833) e é um veículo de informação independente que foi pensado para acompanhar as ações do Coletivo. Ele se tornou mais uma ferramenta de luta, resistência, fortalecimento e afirmação do negro no espaço acadêmico.

ENCONTRO DE ACOLHIMENTO

Os ENCONTROS DE ACOLHIMENTO são frequentes e em alguns casos fundamentais para a permanência de alunos negros na universidade. Compartilharmos nossas vivências e nos unimos para enfrentar as dificuldades. Esse momento acaba sendo também uma plataforma para apostarmos nas ideias de cada um.

QUILOMBO DE LÉLIA

QUILOMBO DE LÉLIA é uma festa que conecta pessoas e cria um espaço de ressignificação da cultura afro-brasileira. Os Djs são sempre negros e tocam diferentes ritmos musicais como Funk carioca, Hip-Hop, kuduro, Afro Beat, R&B,  Ragga, Dancehall, Vogue, Trap, Twerk, entre outros. É um espaço de liberdade e protagonismo do corpo negro.

CAMPANHA PROFESSORES NEGROS DA PUC

O Jornal Nuvem Negra foi lançado junto com a campanha “Quantos Professores Negros tem na PUC?” e na terceira edição foi apresentado o perfil racial dos professores da PUC-Rio. Os dados oficiais do Sistema de Gerência Universitária (SGU)  não são surpreendentes  e revelam que 4,3% do corpo discente são formados por professores negros e negras, sendo 1,6% mulheres negras e 3,2% homens negros. Um dos intuitos desta campanha é gerar reflexão sobre os efeitos perversos da falta de representatividade negra na docência e no desenvolvimento de pesquisas acadêmicas.

PROJETO ANANSE

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e texto

O PROJETO ANANSE é uma campanha de financiamento coletivo recorrente e funciona assim: sugerimos um valor mínimo para a doação. Em troca, o colaborador ganha bolsas, camisetas com estampas exclusivas ou outros produtos, produzidas por artistas do Nuvem Negra e parceiros. Aranha na simbologia africana, Ananse representa criatividade, sabedoria e as complexidades da vida. Assim como nós, o nome do projeto veio da África e é com criatividade e perspicácia, que criamos redes fortes como a teia de aranha. A ideia nasceu para dar vazão às mentes e mãos inquietas de nosso grupo. Na primeira edição, vimos a possibilidade de financiar o Jornal Nuvem Negra, distribuído gratuitamente em universidades e escolas públicas.